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Origem do dia das mães
08/05/2010 | Gilda Fleury Meirelles

Dentre as grandes datas comemorativas, uma a todas sobressai, pelo seu profundo significado emotivo: é o "Dia das Mães".

Dia cheio de gratas evocações e doces reminiscências, todos colocam de parte os afazeres costumeiros para tributar sincera homenagem – ou dolorida saudade – ao ente querido que nos deu a vida. Lógico que, se aproveitando da data mexe-se o comércio, as lojas, a iniciativa privada e pública com festas comemorativas.

Mas isso não importa. Muita justiça e mérito há nessa homenagem, muita lembrança e dor, muitos sorrisos e gratidão. Se a emoção fenecesse em todo coração humano, quão árido e escabroso seria o existir!

A abnegação materna desperta em nós o reconhecimento, o respeito, e nos leva a admirar o grande amor de Deus por nós, suas criaturas.

Mas como surgiu esse Dia? Remontemos por alguns instantes à sua origem.

Segundo a história, a comemoração do Dia das Mães teve origem nos Estados Unidos, em 1907, quando Ana Jarvis, de uma pequena cidade de West Virgínia, resolveu comemorar o primeiro aniversário da morte de sua mãe. Isso foi no mês de maio. Continuou fazendo o mesmo nos anos seguintes, e a população da cidade foi imitando o costume.

Tantas eram as comemorações que a população sugeriu às autoridades que estabelecessem uma data especial para se comemorar o Dia das Mães em todo o território americano. Assim, em 1914, o presidente americano Thomas W. Wilson oficializou o Dia das Mães, como o segundo domingo de maio.

Em maio de 1918, pela primeira vez no Brasil, a Associação Cristã de Moços festejou em Porto Alegre o Dia das Mães. A data continuou a ser comemorada em vários lugares do Brasil, até que, em 1932, o presidente Getúlio Vargas baixou um Decreto-Lei determinando a comemoração oficial do Dia das Mães em nosso país, também no segundo domingo de maio.

Em 1947, a Igreja Católica adotou a mesma data. Hoje, a data é comemorada em todo o mundo cristão.

Sabendo-se o porquê da comemoração desta data, para uns tão comercial, para outros tão emocional, fica minhas palavras finais a todas as mães e, em especial, a minha saudosa, onipresente e querida mãe.

Obrigada, mamãe,

Pelo carinho que você nos devotou.

Por enaltecer sempre nossas qualidades

E fingir não notar os nossos defeitos.

Pela sua presença em todos os momentos

Mesmo quando ausente necessitava estar.

Por tudo isso e muito mais,

A saudade dói, a sua ausência não será jamais preenchida

Mas sempre terei o orgulho de ter podido chamá-la de MAMÃE.
 

Gilda Fleury Meirelles – maio de 2010

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